Ep. 18 — EU USAVA IA ANTES DO CHATGPT EXISTIR (E NÃO SABIA) 🧬 #shorts
Eu já usava inteligência artificial antes de saber que ela existia. Na USP, uma das minhas bolsas era medir a fotossíntese de microalgas no mar. Só que não era no microscópio. Era por dados brutos de satélite, processados por softwares que usavam IA para traduzir quanto de vida aquele pedaço do oceano estava produzindo. Muito antes do ChatGPT, a inteligência artificial já estava ali, eu estava estudando, aprendendo a fazer ciência com IA e nem tinha ideia do que viria pela frente! E você, já usou IA no passado sem saber? Me siga pra mais conteúdos de IA! 👇 📲 https://www.instagram.com/carolinadaluz/ 🎙️ https://www.instagram.com/iatalkspodcast/ 🎬 https://www.youtube.com/@carolinadaluz__ #InteligenciaArtificial #IA #Ciência #USP #Oceanografia #IATalks #ChatGPT
Resumo
O episódio traz um relato curto e direto sobre como o convidado já aplicava inteligência artificial muito antes da popularização do ChatGPT, mas sem rotular aquilo como “IA”. Ele contextualiza que, na época, não havia o imaginário atual de LLMs e “ChatGPT e companhia”, embora já existissem softwares e metodologias com componentes de inteligência artificial resolvendo problemas complexos. A fala provoca a reflexão de que muita gente já se beneficia de IA há anos, só que ela ficava “embutida” nas ferramentas. A história pessoal vem da experiência acadêmica do convidado na USP, em uma bolsa voltada a medir a fotossíntese de microalgas no mar usando dados de satélite. O trabalho envolvia receber dados brutos e transformá-los em estimativas sobre a produtividade biológica de regiões oceânicas.
Destaques
- Muita gente já “usava IA” antes do ChatGPT, mas não reconhecia porque a tecnologia estava embutida em softwares e metodologias.
- LLMs popularizaram a IA como interface conversacional, mas não representam o início do uso prático de inteligência artificial em problemas reais.
- Transformar dados brutos (como imagens/sinais de satélite) em indicadores exige mais do que planilhas: envolve ferramentas, modelos e um processo metodológico robusto.
- Aplicações de IA em ciência e monitoramento ambiental mostram como modelos podem traduzir sinais complexos em estimativas acionáveis.
- O valor final está na tradução: converter dados e algoritmos em uma medida clara (ex.: produtividade de microalgas) que explique o mundo e apoie decisões.
Tópicos: IA antes do ChatGPT e LLMs, Aplicação de IA em dados de satélite, Ciência de dados fora do Excel (pipelines e ferramentas), Monitoramento ambiental e produtividade de microalgas
Citações
- “Eu usava IA sem saber, né, sem imaginar o que o que seria as LLMs, que é o chat GPT e companhia que a gente vê hoje.” — convidado(s)
- “Um dos meus eh uma das minhas bolsas enquanto eu tava na USP, é medir a fotossíntese de microalgas no mar, só que através de dados de satélite.” — convidado(s)
- “eu recebia dados brutos e usava vários mecanismos que não era em Excel, né, em outros tipos de softwares que usavam inteligência artificial para traduzir.” — convidado(s)
- “quanto que aquele território do mar está produzindo de vida, né, de microalgas.” — convidado(s)